O que você precisa saber sobre BLUE FREE e FULL SPECTRUM

O que você precisa saber sobre BLUE FREE e FULL SPECTRUM

O impacto da luz em nossa rotina é um assunto que tem se tornado cada vez mais importante. Além de definir a forma como vivemos, durante os dias e noites, ela também é capaz de influenciar nossa saúde, em diversos outros pontos.

Se pararmos para analisar a trajetória da evolução humana, a luz sempre esteve ligada a esse crescimento, com a invenção do fogo, as lâmpadas halógenas, o LED e agora ela está presente em praticamente tudo, como os aparelhos celulares, TVs e outros objetos.

Eu sei, talvez você nunca tenha parado pra pensar nesses detalhes, mas entender esse contexto faz com que você compreenda um amplo cenário no setor mundial de iluminação e no motivo de obter produtos desenvolvidos e pensados no ser-humano.

Com o avanço da tecnologia, o mercado de iluminação precisou entender como a luz artificial pode estimular positiva ou negativamente o estilo de vida das pessoas, afetando, inclusive, nossa saúde. E é exatamente aí que o conceito de Bluee Free entra.

Existem estudos que já comprovam a interferência da luz em nosso sono, isso acontece através dos receptores em nossa retina que são sensíveis à luz e estão diretamente ligados à parte em nosso cérebro que controla o sono.

Nesse caso, o mais importante para se entender, é que esses receptores possuem uma maior sensibilidade a luz azul, assim, quando são estimulados, enviam um sinal de despertar para o nosso corpo, exigindo mais energia e evitando a liberação de melatonina, o hormônio do sono.

Essa sensibilidade à luz azul começa a fazer ainda mais sentido quando lembramos do conceito do Ciclo Circadiano (se você ainda não conhece esse assunto, clique aqui e saiba mais), no qual se refere a luz natural do sol. Ou seja, a radiação azul está mais presente nas manhãs e vai diminuindo consideravelmente ao longo do dia, até ficar ausente a noite.

É por esse motivo que as temperaturas de cor neutras ou brancas são sugeridas para locais de trabalho e ambientes que exigem produtividade (onde o índice de radiação azul não será um problema). Já as amareladas, que remetem ao final de tarde ou noite, são indicadas para ambientes relaxantes.

Além disso, a exposição à luz azul pode ir além de lâmpadas ou produtos de iluminação comuns, ela também está presente em aparelhos celulares, televisões, tablets e outros eletrônicos, causando efeitos indesejáveis, que podem persistir por horas após o uso.

Porém, se por um lado essa exposição pode ser algo prejudicial, ela também pode ser utilizada para trazer bem-estar e ajudar as pessoas em um ambiente que exige condições diferentes, estimulando o trabalho e o rendimento de atividades do dia a dia.

Essa preocupação mostra o impacto que os produtos de iluminação podem ter em projetos e como isso pode afetar o cotidiano das pessoas. Mas como então utilizar a tecnologia a favor da nossa saúde, respeitando essas limitações?

Sabemos que é possível controlar a quantidade de luz emitida, causando maior estímulo ou definindo essa intensidade, portanto, o espectro de luz se torna mais um ponto essencial nesse mercado.

Muitas propostas estão surgindo para que seja possível regular todos os aspectos da luz em um único produto. Muitos deles, você já pode encontrar facilmente, como o UGR (índice de ofuscamento), o IRC (índice de reprodução de cores) e agora o Full Spectrum e Blue Free.

Produtos disruptivos farão com que o mercado tenha ainda mais potencial para criar soluções inovadoras. Portanto, ao pensar em um projeto luminotécnico e escolher os produtos que compõe um ambiente, é importante ir além e pensar na influência que essa iluminação terá na vida das pessoas.

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